Escrito por capro às 12h21
[] [envie esta mensagem] []



Eliana Pougy, autora de Poesiaminha Nada

Eliana Pougy escreveu uma série de livros para a editora Ática. No volume a ser usado pela oitava série, apresenta nosso trabalho, livros com capas de papelão. Abre-se mais um caminho para a multiplicação desta prática artística.
type="text/javascript">

Animita Cartonera, do Chile, promove concurso literário
Nossas companheiras de Animita Cartonera, Chile, farão a 3ª versão do concurso de literatura emergente Aquí te las traigo. Podem se inscrever escritores de 18 a 30 anos nas categorias de drama, narrativa, poesia e ensaio (tema livre).
Enviar para o e-mail concurso.animitacartonera@gmail.com até 18 de dezembro de 2011. Os interessados poderão ler o regulamento acessando http://animitacartonera.wordpress.com/. Participem!

PROXIMO LANÇAMENTO DULCINÉIA CATADORA: PAULO BRUSCKY




Lançamento marcado para o dia 18 de novembro, na Feira do Livro realizada na Galeria Vermelho, em Sampa, Um Livro para Desvendar Mistérios, de Paulo Bruscky. São 30 fotos PB do artista que ganham capas de papelão super coloridas, como sempre.
Quem acompanha as andanças de Dulcinéia Catadora e quiser conferir a ótima matéria assinada por Paula Alzugaray na revista Select, #2, PORTUNHOL SEM FRONTEIRAS, vale a pena. Fala da ousadia de Douglas Diegues, do refinado portunhol de Joca Reiners Terrón, usado em traduções imperdíveis de escritores não menos geniais que borrachos, de todo o planeta e tempos diversos. Xico Sá e Ronaldo Bressane não lhe escapam. A matéria trata do portunhol como uma língua que rompe fronteiras, reflexo de tempos globais, e se firma como uma manifestação literária das fronteiras Argentina/Paraguai/Brasil.Curiosa a interpretação feita por Paula das mais de trinta cartoneras espalhadas pela América Latina como sendo um único coletivo que, por suas características comuns, se enquadraria no rótulo de "economias criativas". Vale refletir sobre isso.


Escrito por capro às 22h45
[] [envie esta mensagem] []



 

Saída de Paris. Trem no terminal Nort. Destino: Colônia. O aviso da plataforma ocorre quase em cima da hora. São dois trens com destinos diferentes e na mesma plataforma. Confusão generalizada, correria. Na estação deve ter  cuidado, diz o funcionário do hotel. Nem precisava nos dizer depois de tudo que presenciamos andando em Paris. Depois uma viagem tranqüila, passando por Bruxelas, campos de plantação e criação de gado. Grafite por aqui tem em todo lugar. Novamente percebe-se uma Europa exuberante e organizada. Não que eu seja a favor da organização, ela não me é inspiradora poeticamente, mas a miséria que conhecemos no Brasil e começa a ocupar espaço na Europa, onde a invisibilidade quanto à existência do estrangeiro é bem marcante, é preocupante. Há uma realidade colocada dentro do Pompidou que as pessoas não vêem no lado de fora. Vimos exposição de arte relacionada com a Índia, os turistas espantados com o que viam, mas por que somente ali se fora do Pompidou há uma realidade de estrangeiros que também vivem à margem? O trem para na fronteira com Alemanha, soldados entram falando em alemão com certa agressividade na entonação, sinto-me como nos sessentas no Brasil, algo bem concreto e real. O trem parou, foi desligado o sistema elétrico. Pedem documentos para um dos passageiros e o levam preso. Chegada à Colônia.

Colônia foi construída sobre antiga cidade Romana, estão agora desenterrando o passado. O museu Ludwig tem um acervo de Pop Art fantástico, vale visitar, também tem esculturas de Picasso. Um trabalho de Shapiro me fez lembrar a entrada do personagem na tela do cinema em “Sonhos” do Kurosawa. Trata-se de uma instalação em um espaço livre, como se entrássemos em uma tela, tridimensional. A comida italiana é de primeira linha e os vinhos baratos. O Rheno com suas pontes e o passeio margeando o rio é atraente para um descanso contemplativo. À noite fomos ouvir Jazz em um espaço fantástico, difícil descrever, mas o local foi visitado no passado por nomes de ponta do jazz americano. Trata-se do Papajoe’s loka jazz. O lugar ficou lotado. Cerveja e Jazz. O sujeito careca que aparece na foto é um apaixonado pelo jazz. Dia seguinte com muita chuva, na estação entramos em vagão errado, são dois trens acoplados com número de vagões distintos. Seguimos no vagão errado, o trem estava vazio. Destino Berlim onde o Marcos nos espera, cinco horas de viagem. Trem bem confortável. Céu nublado e começamos a sentir o frio que tomará forma daqui em diante. Fico pensando na necessidade de um trem bala no Brasil. Um sistema normal, sem muita sofisticação, bem organizado, seria suficiente. Encontrar o filho novamente é um momento especial, ainda mais pela facilidade de estar com alguém que as pessoas respeitam por falar perfeitamente a língua local.

FRONTEIRA

não sorria
para uma palavra seca
de rosto germânico
dela não sairá um poema

(e não passa das 7h)

seria como garimpar
inspiração em túneis escuros
seguir rotas
em imagináveis inflexões férreas
não chegar nunca a Colônia
ou Berlim
que a alma poética
necessita do sangue vermelho
do Cristo presente
não do coagulado em imagens sacras

não sorria
para uma palavra seca
: é outono



Escrito por capro às 09h53
[] [envie esta mensagem] []



Centre Pompidou é luz na velha Paris, a torre que respira dentro da crise, o vão externo que acolhe todo tipo de gente. Pompidou faz parte da diversidade reinante, de pessoas que procuram o velho mundo na esperança de uma melhor qualidade de vida. Nem pensar, ao visitar Paris, em conhecer o famoso bairro dos artistas, em Montmartre, aquilo não passa da mais decadente e mofenta visão que podemos ter da arte. Não vale nem pela vista que se tem da cidade, a do Pombidou é mais pura e honesta. Tem curiosidade de conhecer um lugar explorado da forma mais vil e primária? Então disponha de seu tempo. Melhor nossa praça na Benedito Calixto ou San Telmo em Buenos Aires. Alguém poderá dizer que sou um chato, é que vim para respirar um pouco a terra de grandes pensadores e escritores, mas o que mais encontrei foi o ronco doentio de um Napoleão Bonaparte. Enfim, estar em Paris e querer respirar os ares da Benedito Calixto ou da rua Augusta no centro de Zurich pode parecer algo estranho e exótico, mas a Paris que conhecemos através das mutações que ocorreram na filosofia e nas artes de um modo geral eu não encontrei. Encontrar um livro de Paulo Coelho, capa dura, diagramação de luxo e cuidadosa, faz parte desta senil Paris. Enfim, valeu pelo Centre Pompidou, no mais, prefiro a Paris em branco e preto. 

 



Escrito por capro às 16h01
[] [envie esta mensagem] []



 

Paris! As construções foram feitas para o homem se sentir menor. Tudo muito exuberante. Entramos no metrô, os mesmos rostos cansados que vemos em SAMPA, todas as raças claramente se suportando. Os pacientes psiquiátricos estão fora do regime de internamento, encontramos nas ruas em cada canto o que me parece mais adequado, desde que devidamente acompanhados. Pequenos assaltos são freqüentes nas ruas, a Policia é barulhenta como em todo lugar do mundo, mas o delito ocorre diante de nosso nariz sem que se perceba qualquer ação concreta da autoridade. A miséria aumenta a estatística de roubos e crimes também por aqui. Melhor definir a cidade poeticamente:

 

PARIS I

de Paris
: nada
nada de Paris
além de suntuoso
passado

hoje
de Paris
: nada
nada de Paris
hoje

de Paris
: ossos
nada além de ossos
(nem os fantasmas
de Voltaire ou Baudelaire)

 

PARIS II

onde Deleuze/Derridá
nesta cidade de cemitérios
sem fantasmas?

onde minha Paris
em branco e preto?


ESGOTOS

prefiro
o sombrio dos esgotos
às lápides
emergentes das superfícies
cemitério
de palácios e monumentos
onde defuntos
tomam coca-cola e devoram
McDonald’s
(o moderno da cidade
era a cosmovisão da morte)




Escrito por capro às 18h53
[] [envie esta mensagem] []



Entrar de trem na França, vindo de Zurich, na Suiça, fez-me lembrar da decadência da antiga ferrovia inglesa de São Paulo. São quilômetros de prédios abandonados ao longo da ferrovia, com estações sem manutenção. Há grafite por toda parte. Perceber a crise em alguns países europeus é uma questão de permitir alguma liberdade ao olhar. É chocante o contraste percebido durante o trajeto de trem. Passamos um dia em Strasbourg, região de Alsace, na França, antes de seguirmos para Paris. Região de tradição franco-germânica, com culinária e vinhos de qualidade, tendo como língua principal a alemã, onde se localiza a sede do Parlamento Europeu.

 



Escrito por capro às 16h19
[] [envie esta mensagem] []



Algum dia da viagem. Lucerna. Cidade com um lago imperdível, com cidades incrustadas às margens. Estranho ouvir o próprio nome em lugar tão distante. Carlos Pessoa! Ao me virar quem encontramos? Valderez Nepomuceno. Você aqui? Pois era Valderez Nepomuceno. Em pessoa, como costumamos dizer. Sentada em um banco debaixo de uma árvore. Escrevia. Quis saber do que se tratava. Um poema... Para as viúvas palavras servem ao orgasmo. Esta é Valderez... Entregou-me um pequeno caderno comprado no Pompidou:

a diferança
está no sensual da linguiça
que fálica
ejacula erotismo das bocas
dos turistas

logo o inverno
as primeiras folhas ferruginosas
forram o piso

a diferença
estará no animal do falo
que nu
ejaculará o sêmen no lençol
dos motéis

logo o inverno
eu serei menos cruel
com as palavras



Escrito por capro às 04h47
[] [envie esta mensagem] []



Ontem, andamos tanto pela cidade que capotei. Acordo hoje, sábado, com o sino da igreja: 11h. Verão em Zurich, seja na margem do rio ou do lago, com clima de praia no Rio de Janeiro. O pessoal mergulha no rio e deixa a correnteza levar, dezenas de corpos flutuando. Depois do banho, uma cerveja, linguiça na brasa, um bate papo, e o pessoal volta a mergulhar da ponte. Hoje tem mergulho coletivo, com boia, sem boia etc. Festejam o fim do verão. Eu, a Lúcia e o Marcos, tomamos nosso café da manhã. Por aqui, não tem açucar refinado. Preparei uma banana frita com cereais e mel, suco de laranja e café espumoso brasileiros, pães integrais. Ontem, soube que a caipirinha é feita de acúcar mascavo. Não experimentei, não sei gosto. Legal, o respeito à diversidade de raça e opções sexuais. Por aqui também tem a ação inconsequente do capital e do poder. A antiga área industrial, algo como a vila Anastácio em São Paulo, onde se encontram bares e espaços alternativos vai ser derrubado nos próximos dois anos para dar espaço a um novo bairro comercial. Merda! Paro por aqui, de saída para Lucerna. 



Escrito por capro às 07h00
[] [envie esta mensagem] []



 

Primeiras impressões, primeiro poema:

Fico me imaginando como as sardinhas enlatadas. Afora a leitura de Lobo Antunes, assim o voo.  É perturbador que com toda a evolução tecnológica nada se faz para melhorar a qualidade dos transportes aéreos; ao contrário. Sem reclamações... Ao chegar ao aereporto, tudo muito rápido. Transporte coletivo perfeito. No trajeto de trem até o centro, vários grafites de brasileiros. O Tram, no centro, é como nossos antigos bondes. O suiço valoriza a varanda. É de onde observo os telhados e a torre da igreja. À tarde um passeio de reconhecimento, vou falando disso aos poucos. Andamos pela cidade velha, o córrego Schanzengraben, águas límpidas, com peixes; o lago, onde hoje, com a temperatura alta, as pessoas brincam, banham-se ao sol: Indianos, latinos, italianos, portugueses, africanos. À noite, um passeio pelo centro, primeiro poema:

BADALADAS  EM ZURICH (mulher de verde)

havia a mulher de verde
na janela do Starbucks Coffee
à tarde
ainda sem a luz vermelha da Ochsner Shoes
no teto do prédio em frente
que agora se mistura à torre da igreja

venho do all’ pesto assassino
divino prato italiano
do vinho branco da Toscana
no Dom Leone
e do passeio na rua Augusta – não a brasileira -
onde prostitutas
acendem a cidade com saias curtas
coxas bojudas
diante da velha Europa de cabelos brancos

diante da janela da Starbucks Coffee
agora sem a presença da mulher de verde
 ouço vozes que se misturam às varandas
ao sino
que badala dez poemas no vazio
: são dez horas – anoitece

 



Escrito por capro às 05h54
[] [envie esta mensagem] []



Agosto, logo retomo o Blog que ficou esquecido desde maio, enquanto isso visitem:

http://www.meiotom.art.br/


http://www.pnetliteratura.pt/


http://noticiasdacatadora.blogspot.com/


http://meiotom.sites.uol.com.br/

 


http://www.germinaliteratura.com.br/

http://www.cronopios.com.br/



Escrito por capro às 12h21
[] [envie esta mensagem] []





Escrito por capro às 18h09
[] [envie esta mensagem] []



ATELIÊ SUSTENTÁVEL

Oficina de confecção de livros com o Coletivo Dulcinéia Catadora

SESC Belenzinho

Dia(s) 12/05, 17/05, 19/05 Terças e quintas, das 14h às 17h. Grátis.

O participante utilizará papelão de caixas usadas e diversos papéis para criar livros com formatos diferentes.

Serão apresentadas diversas possibilidades de montagem.

 

O coletivo Dulcinéia Catadora surgiu em 2007 e desde então, promove um trabalho de estímulo à leitura e de reflexão sobre a condição do catador de materiais recicláveis e o reaproveitamento de resíduos.

Orientação de Lucia Rosa.

A partir de 12 anos. 15 vagas.

Sala de Oficinas 2.

Inscrições a partir de 03/05 das 14h às 17h no balcão de atendimento do 1º andar.



--
Site:
web.me.com/marcoslrosa/dulcineiacatadora
www.dulcineiacatadora.blogspot.comhttp://meiotom.sites.uol.com.br/
Blog:
http://noticiasdacatadora.blogspot.com/



Escrito por capro às 07h12
[] [envie esta mensagem] []



quarta-feira, 13 de abril de 2011

FÁBIO CATADOR

Estas são algumas das capas clicadas por Fábio, feitas por jovens que participaram do projeto Dulcinéia Catadora no ano passado: Guilherme, Maurício Abelha, Sérgio, Manu e Nando, e por mim também.



Na próxima terça-feira, dia 19, será lançado o primeiro livro de uma série feita por artistas que utilizam a palavra, a literatura em seus trabalhos.
Fábio Catador, de Fábio Morais, terá tiragem de 100 exemplares assinados, que serão vendidos na Galeria Vermelho, rua Minas Gerais, 350,onde acontecerá o lançamento, a partir das 20 horas.

Vale a pena saber mais sobre o artista e sua vasta obra. Visite o blog dele:

http://fabio-morais.blogspot.com/2011/04/fabio-catador-2011.html

 



Escrito por capro às 11h43
[] [envie esta mensagem] []



O Ministério da Educação divulgou nesta quarta-feira, 22, o resultado da quarta edição do concurso Literatura para Todos. A premiação dos autores ocorrerá no primeiro semestre de 2011. Cada escritor receberá R$ 10 mil em dinheiro, e a obra integrará o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), que leva acervos literários a escolas públicas de educação básica de todo o país.

O objetivo do Literatura para Todos, lançado pelo Ministério da Educação em 2006, é estimular autores brasileiros e africanos de língua portuguesa a criar obras literárias para leitores jovens e adultos em processo de alfabetização ou recém-alfabetizados.

Dos sete escritores que venceram o concurso de 2010, dois ganharam prêmios nas edições de 2006, 2008 e 2009. Luís Pimentel, de Feira de Santana (BA), recebeu menção honrosa na primeira edição, em 2006, com o conto Cabelos Molhados. José Luís Tavares, de Cabo Verde (África), foi premiado em 2008 com Os Secretos Acrobatas e em 2009 com À Bolina ao Redor do Natal, ambos de poesia.

As obras premiadas em 2010 são O Pênalti, de José Carlos Barbosa de Aragão (dramaturgia); Um Andarilho na Noite do Sertão, de Antonio da Costa Leal (tradição oral); Poemas para Viver em Voz Alta, de Ricardo Aleixo (poesia); Autores Especiais, de Rubiana Pereira Burg e Simone Xavier de Lima (perfil biográfico, em co-autoria); Sabenças, de Carlos Pessoa Rosa (novela); Ainda é Cedo, Amor, de Luís Pimentel (conto), e Arca do Banzé, de José Luís Tavares (poesia, obra de autor africano).

Para Maria Esther Maciel, professora de teoria literária e literatura comparada da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), integrante da comissão julgadora constituída pelo Ministério da Educação, o concurso é relevante para a literatura nacional por abrir espaço para novos autores e também para os já consagrados. Escritora, Maria Esther tem como última obra publicada o romance O Livro dos Nomes, editado em 2008 pela Companhia das Letras.

De acordo com a escritora, as obras selecionadas têm a função de estimular a iniciação à leitura e induzir o jovem e o adulto a buscar outros livros na biblioteca da escola ou na do município e até com amigos e vizinhos. Essas pessoas, na avaliação de Maria Esther, têm sabedoria, vivência forte da realidade e laços afetivos. “As obras literárias têm que respeitar esses saberes e oferecer algo mais do universo literário”, diz.

Na seleção dos livros, a comissão julgadora, composta por cinco escritores, observou uma série de critérios. Entre eles, o tipo de linguagem, a adequação da obra ao universo do neoleitor e a capacidade de conduzir à reflexão sobre aspectos éticos e sociais, além da diversidade de gêneros literários.

Ionice Lorenzoni

Confira a relação dos premiados na Portaria Secad nº 594/2010

Confira o perfil dos premiados da edição de 2010

Confira as obras selecionadas nas edições anteriores



Escrito por capro às 11h26
[] [envie esta mensagem] []





Escrito por capro às 21h10
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]





Meu perfil
BRASIL, Sudeste, Homem, de 56 a 65 anos, Portuguese, Danish, Arte e cultura, Cinema e vídeo, Livros e Música


Histórico
Categorias
Todas as mensagens
Evento


Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis
BLOCOS
eraodito
MEIOTOM
Ademir Bacca
nalatadopoeta
Cadernos da Bélgica
Rosebud-rose-bud
Ipansotera
Abrace
Artur Gomes
Gerald Thomas
Blob 7 faces
EXTRAVAGANZA
EFEITO COLATERAL
Colecionador de Pedras
Robson Canto
lagrimas de los poetas
PORTUNHOLSELVAGEM
linguaepistolar
RECHAZADOS
TEATROFANTASMA
MARIANA IANELLI
PAULODTOLEDO
POESILHA
PELE DE LONTRA
Germina Literatura
lausiqueira
plazajornal
CRONÓPIOS
PRETOEBRANCOEMCOR
COZINHA CULTURAL
auto-ajuda
aslatrinasdavida
SAM
ipansotera2
thierrytillier
SAMBAQUIS
folhetinsenovelas
revista critério
fósforo
rosebud
polichinello revista literária
ALMADESPIDA
Cultuar
dulcinéia catadora
poetas do brasil
máquina de escrever
Dependência
a mulher da casa
guilhermescalzilli
LITERATURA LIVRE
O CONTRARIO DO TEMPO
alternativa
UMA LAGARTA DE FOGO
chá de borboletas
Balaio Vermelho
fabrício carpinejar
vitor paes
paredesteto
renato tapado
confraria
Revista Pausa
blog do rosa
memória de fogo
OI
valise 2008
fazendoarte
literatura afrobrasileira
meiohomem
udo
rubenscavalcanti
camaradeideias
elmensaje
o sonetista
labirintos no sótão
Valderez Nepomuceno
magriça
blog dulcinéia catadora
TEXTICULINI
LINDAGRAAL
mosaico
sonhodelirante
Revista Tatuí
Estudio 11